Confira abaixo o testemunho edificante de alguns irmãos de nossa igreja.
Testemunho de Márcio
No dia 27 de janeiro de 2008, ao acordar, notei que algo estava diferente no meu corpo. Rapidamente procurei alguns médicos e todos eles diziam que era uma simples virose. Após alguns dias retornei ao médico e passei com um urologista. Ao me examinar, o médico me disse que o caso era cirúrgico e urgente. A cirurgia foi marcada para o dia 27 de maio de 2008.
Após 15 dias foi verificado que eu estava com câncer maligno. Ao receber esta notícia fiquei desesperado, esse foi o pior dia da minha vida. Ao chegar em casa, contei para minha filha e esposa tudo que o médico havia dito. Passando-se uma semana após a notícia, ao retirar um outro exame, foi constatado um nódulo entre a aorta e a veia cava inferior, medindo 3 mm. Ali rapidamente, fui encaminhado para o Hospital A.C.Camargo. Naquela mesma semana, eu e minha filha fomos visitar a Igreja Batista Filadélfia. Ao entrar por aquela porta, senti a presença de Deus. No final do culto, o Pastor (Carlos) fez o apelo e eu fui à frente, Deus falou comigo através de sua vida:
“Filho, eu não sei qual é o seu problema, mas o Senhor manda te dizer que você pode fazer qualquer tratamento e passar por vários médicos para confirmar, porque a partir desta noite você esta curado.”
Eu, nunca havia entrado naquele lugar. Ninguém me conhecia, mas Deus conhece as nossas lutas e todos os problemas, sejam eles quais forem.
Nos dias que se seguiram passei por uma equipe de oncologistas e me disseram que faria 20 sessões de quimioterapia e que meu caso era grave. Seguindo a orientação de Deus, prossegui em minha caminhada. Em dezembro de 2008 fui fazer novos exames e a minha Igreja começou uma campanha – 12 dias de oração. No terceiro dia de oração, após ir ao médico, ficou constatado que eu estava 100% curado. Em fevereiro retornei ao oncologista e fui dispensado pois Deus, o Senhor todo poderoso, teve misericórdia da minha vida e me curou.
Estou curado e sou salvo!
Aceitei Jesus e eu e minha casa, servimos ao Senhor!
Testemunho de Gilmar (Larissa)
Acometida por uma enfermidade (lúpus), que em crianças é fatal, foi dado o diagnóstico e a tendência era a morte. Em um culto dominical, depois de perder todas as esperanças, o presbítero Gilmar entrou no templo aos prantos. A Larissa percorreu vários médicos, cada um dizendo algo diferente, mas a conclusão foi a mais sombria possível, apenas Deus poderia fazer algo.
O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará.
Foi nesta fé que busquei junto com a minha Igreja a resposta para a vida da minha pequena Larissa. A fidelidade de Deus é tremenda, Ele conhece o nosso coração e nossa dor. Neste culto, juntos imploramos a Deus pela saúde da Larissa. Achamos prudente, devido todas as lutas que estávamos enfrentando, fazer uma campanha. Iríamos iniciá-la na semana seguinte com o tema
Cura- Isaías 53.4 – Verdadeiramente, Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
Durante a semana fomos a vários médicos e começamos a campanha que se tornou de agradecimento, pois a minha filha neste curto período de tempo, foi totalmente curada, para minha alegria e espanto dos médicos que diziam ser um milagre.Passamos então a agradecer e hoje, digo do Senhor
- Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam Salmo 23.4.
Eu acredito em Deus e tenho vivido um grande milagre!
Testemunho de Felipe Costa Ramos
Olá! Meu nome é Felipe Costa Ramos. Minha mãe foi a primeira a ir para Jesus (quando eu era criança), com isso ela orava por nossa família, sempre nos chamava, mas nunca íamos. Em casa somos minha mãe, meu pai, minha irmã e eu. Acreditava em Deus e em Jesus, sempre orei, mas só quando precisava de algo, não tinha vontade de ir pra Igreja, minha mãe sempre chamava e quase sempre eu negava, quando ia não via a hora de ir embora, nem prestava a atenção ao culto. Fica brigando com minha mãe, dizendo: “Você fica dando dinheiro pro Pastor e não me dá dinheiro para ir a balada, dá licença!” - ficava “nervosão” .
Teve uma época na minha vida, com 13, 14 anos, que fiz capoeira numa academia. Gostava muito, mas parei durante muito tempo. Não "jogava" mais capoeira, mas sentia muita saudade. Certo dia, quando tinha 15 anos, uns amigos meus comentaram de um lugar onde davam capoeira de graça, numa ONG. Fui ver, gostei e fiz minha matricula. O professor sempre dava uns versículos da Bíblia para gente decorar para próxima aula. Gostava muito, aula agradável, alegre, muito bom, e um dia... Aah... um dia não teve a aula de capoeira e o professor André nos chamou para assistir um culto, que era em cima da ONG. Nesse culto Deus me chamou, me chamou tão suave, chorei que nem um bebê. Daí em diante, comecei a conhecer de com Ele andar,a Paz e o Amor, o medo foi embora, tudo se passou. E hoje, tenho 21 anos e sou completo com Cristo. Tenho muitas coisas a falar dessa trajetória, mas deixarei para uma próxima oportunidade.
Deus lhes abençoem. Paz de Cristo!
Testemunho de Victor Hugo
Olá! Fui evangelizado e discipulado através da comunhão, claro que não quero que ignorem o agir de Deus em minha vida, mas creio que Deus usou pessoas para me levar até Ele e me firmar na rocha (Jesus).
Eu era sincretista (acreditava em tudo quanto era crença, seita e religião) e fazia aulas de inglês, onde conheci uma garota evangélica. Numa conversa com ela, tudo o que eu acreditava caiu por terra em duas frases, que ela deixou no ar e eu completei. A primeira: “Você sabe. Quem acredita em tudo...”, “...não acredita em nada”. E a segunda, quando em resposta disse que não acreditava no diabo: “Uma artimanha do diabo é justamente...”, “fazer com que não acreditem que ele existe”. Depois dessa conversa, ela me convidou para ir a um evento em sua igreja. E lá, além de todo o mover sobrenatural do Espírito Santo, tudo aquilo que vi (a comunhão das pessoas, a forma intima como se relacionavam com Deus) e ouvi (a pregação e tudo o que as pessoas vinham falar comigo) me levaram a aceitar Jesus na minha vida.
Depois, não tive nenhum discipulado formal. Mas no inglês, eu tirava minhas dúvidas com a garota que me evangelizou. Ela, além de me incentivar a ler a Bíblia, a todo fim de aula me lembrava: “Culto amanhã (domingo) às 18h. Te vejo lá!”. Num sábado, que saí com a galera da igreja, comentaram sobre ir a Escola Dominical, ali percebi que se meus novos amigos iam a Escola Bíblica, talvez eu também devesse, então passei a freqüentá-la. E em muitas outras ocasiões, com cada um dos irmãos da igreja, eu fui sendo instruído, mesmo sem eles terem a intenção de me ensinar, a andar segundo a Palavra de Deus.
Por isso, dou muito valor a comunhão e a todos os irmãos, que foram e têm sido meus professores nessa jornada.